O Bem e o Mal são a expressão da nossa pessoal e
momentânea conveniência e inconveniência.
A verdade para o homem parte dele mesmo.
O Princípio e o fim só existem na imaginação
do homem,
colocados na distância de dois pontos que são a dimensão
do seu limite.
Quando há amor, não há obrigação.
O amor se faz mesmo sem arte.
Arte não se faz mesmo, sem amor.
Os homens atribuem qualidades e criam uma ordem de valores segundo suas possibilidades e condições de aproveitamento.
Coisas Vespertinas!!!!!!!!!
(Kleber)
Eu odeio algumas pessoas(geralmente são amigos e conhecidos)
Eles me irritam, me deprimem, me excitam, me rotulam...
PUTA QUE NÃO OS PARIU!!!!!! (seja lá quem ela for)
"Tais desgostos tropicais influenciam, sobremaneira, funcionando como
partícula intensiva, na exposição de nossa amizade. Os
nativos tropicais
afirmam que, tais desgostos originam-se da decepção( que foi
muito bem
definida por um rapaz tropical, muito ligado a um grande companheiro por fortes
laços de amizade, como sendo o Confronto com o terceiro,
reação contrária, diferente, inversa)
Sabemos como é difícil gostar.
Sei como é difícil não ser o centro.
Como é difícil conviver com o medo de ser.
NÃO GOSTO DE BANANA E ADORO MAÇÃ.
Palavras do Memorável SR. Murf!!!!
(Kleber)
Tropicalmente falando, o tropicalismo tropicalizou os trópicos. Essa
tropicalização interfere na tropicalidade tropicalizando-se
totalmente, ou
seja, não podemos fazer nada para que os trópicos não
se tropicalizem,
tropicalizando a tropicália, porque tropical.
Observem, como exemplo disso, um local denominado Bahia(um dos grandes pólos
culturais de um distante país tropical muito rico). Lá os nativos
cultuam, ou melhor, louvam os deuses no carnaval(costume tipicamente afro
tropical)pedindo para que a colheita dos acarajés, vatapás,
mungunzás e carurus(alimentos abundantemente tropical) seja.... (Como
posso dizer?!)profícua. Outro fato curioso direcionado ao aventureiro
que tenciona, projeta, acalenta sinceros desejos tropicais de conhecer este
lugar é que nunca, em hipótese nenhuma, adjetive os mestiços
ou qualquer outra pessoa pela sua descendência racial. Eles se irritam
com muita facilidade - não gostam de saber que em seu sangue, além
do europeu, corre também o dos Tupinambás e dos Nambikwaras,
preferem não saber que seus antepassados também vieram de
Moçambique, Guiné, Costa do Marfim, Mali, Congo e Angola, não
sabem que há uma analogia entre Alá, Oxalá e Deus, uma
analogia entre Iemanjá e a Virgem Maria, que Zumbi também berrou
como Che Guevara.......
Para encerrar está procedência racial de alguns nativos é
pouco ensinada
nas escolas por se considerada sem importância - preferem continuar
vivendo na idiotia, imbecibilidade, na globalzação hipócritainexistenteirracional,
preferem a antinacionalidade assumindo-se como descendentes do primeiro mundo
e não como brasileiros.
Brasil = País tropical emergente subdesenvolvido do terceiro mundo.
Brasil = País tropical ricamente fortalecido pela fauna e a flora culturais
e a miscigenação.
Brasileiro = Pessoa nascida no país descrito acima, descendentes do
princípio, do meio e que tem como destino o fim, que será o
início do
princípio novo.
(kaeat@ig.com.br )
bom dia meu amor,
será que foi dormir tão cedo ? será que está acordado
agora ?
estou tomando o café, a vida, uma xícara de café de manhã
sentada na sua frente. acabei de assistir um filme, " uma relação
pornográfica". eles se amam, eles desistem, porque supõem.
é,
eu vejo filmes de vídeo na hora que acordo porque o silêncio
é maior.
a última vez que fui na igreja foi na missa de sétimo dia do
meu primo.
gosto de igrejas, visitar igrejas, mas prefiro passear por lá fora
da missa,
pois assim escuto seu silêncio especial. você ama o nada e escreve
meu
bem. você é um gato, pois se não me engano já morreu
umas quatro vezes. minha última metamorfose está datada de rato,
sim, eu sinto, ainda sou um rato. um gato sujo devia morrer pela mordida envenenada
de um rato, após perseguição desenfreada diante de um
espelho de motel. mas isso não serve para um gato que conhece o bispo.
hotel, vinho tinto, água, sem perseguição, espelho também
não, apenas aquela calma do roçar de dedos pelo terço
e o silêncio abafado da igreja. sem banho depois, pois preciso guardar
este odor, até que eu me torne um peixe azul.
beijos dani
Nem
(por dower / 12.04.01)
porque eu nâo quero
porque eu nâo tenho
quem manda em mim
já era faz tempo
porque você veio
porque nós viemos
até o ponto latino
das coisas e vistas oníricas
porque você me perguntou
proque você me alistou
no exército das forças abertas
o lascivos acreditavam em freud
porque me querem aqui
porque você quer que eu fume
me traga mais copo de cerveja
e acredite vou cantar aquela canção
porque, porque, porque
... como.... porque
as sete perguntinhas de sempre
sempre fazem diferença no final das contas
meus amisgos drogados aqui
estâo me perguntando se sou
quem sou
nem sou
(erickdower@hotmail.com )