Universo Online

8 dias que passaram num piscar de pestanas, como as boas coisas da vida que -dizem- duram tão pouco. Desconfio que gosto da minha, pois ela tem passado num rasante serelepe. Vida rápida como mergulhões ávidos por peixe ou mísseis detonadores de guerra.

Referência pré Noronha: desconhecida
Estado inicial: expectativa, curiosidade, desejo e filmes na máquina.
Alguns detalhes de nós dois: (bem) acompanhada
Conclusão: simplesmente ma-ra-vi-lho-so....
Mar sensacional, a natureza exuberante; toda elegante trajada em verdes sur tom,
a fauna e a flora endêmicas (=que só se encontra por lá; onde aproveitei e aprendi o significado de tal palavra), coisas como a Gameleira (uma árvore impressionante) e
a lagartixa negra que se mexe feito cobra pelas pedras. Lá, garantem, não há cobras
(graças a Deus e para minha tranqüilidade).

No caminho do mangue parei para clicar cabritos indianos, exóticos com orelhas brancas de cocker spaniel, do andar de cima do barco vislumbrei golfinhos, finalmente surgiram os golfinhos, em bando como de costume, rotadores no namoro subaquático, como uma dança, mãe e filho em nado sincronizado, macho e fêmea no acasalamento, dolphin super
star no salto 360 pra fora d´água...

As ilhas secundárias, o mergulho no peito, os cardumes de peixes, a turquesa cor esverdeada do mar. E o mar que se estende por um infinito horizonte (caminho da África) do Atlântico quebrado por rochas de pura personalidade. As ilhas rochosas em Noronha tem cara, forma e nome. Cachorro, Raquel, Rata, Leão, Dois Irmãos. Tudo pleno e distante. Tudo praticamente desconhecido, a areia absolutamente fina, tão fofa quanto farofa de chocolaut mour. Tão possível e impossível, quanto a improbabilidade das coisas que não conhecemos (ainda). Uma coisas meio George Lucas, meio pré-histórico, totalmente selvagem e revigorante.

Quem puder passar alguns dias no Arquipélago de Fernando de Noronha saiba que eu recomendo. Tendo chance, não pense duas vezes.
Noronha é animal!!!

Espero que todo mundo esteja bem. Estou de volta ao mundo cinza e azul de todo dia no celular de sempre.
Beijocas,

Tettê

Ja conhece o Buraco da Raquel? Conhece?  
Close nas cabras indianas  
Paulo na Gameleira, arvore endemica tambem  
Close no Mergulhao  
Tettê no Presidio  
Tettê Biquinao  
Cabras Indianas, com orelhas de Cocker Spaniel  
Cuba?  
Especie Endemica Mabuya Maculata  
Paulo e Tettê  no barco  
Cachoeira na Praia do Sancho  
Parece mas nao eh, trata-se de uma prima, deve ser...  
Paulo & Tettê  
   
<< Mais importante que variar os sapatos, é saber por onde anda >> Tettê

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Natal e Fernando de Noronha >> Por Tettê teteschmidt@uol.com.br

<< Quando certa manha Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado sobre suas costas duras como couraca e, ao levantar um pouco a cabeca, viu seu ventre abaulado, marrom, dividido por nervuras arqueadas, no topo do qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas inumeras pernas, lastimavelmente finas em comparacao com o volume do resto do corpo, tremulavam desamparadas diante dos seus olhos. -O que aconteceu comigo?... >> A Metamorfose, Kafka

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