Arquivo - Cintia
Voce encontrara todos os textos da Cintia aqui, se nao encontrar algum mande email para vacasfrias@ieg.com.br
(23.03.01)
get out.
fico pensando.. nao consigo falar com vc sobre as coisas que mais amo.
so falo sobre aquilo que me destroi.
penso se vc nao me destroi.. & se isso nao destroi vc.
foi assim. repetido o corte.. sobre camada de pele embolada. por cima da ferida anterior. foi atingido exatamente o mesmo local. a mesma regiao.
(corte sobre queloide.)
desde entao nao ha estimulo que surta efeito sobre esta area. perdeu-se a sensibilidade. for a while.. apenas outra perfuraçao teria alguma chance de se notar. agora e dentro que doi.
quanto mais fundo for o furo.. quanto mais rasgado o corte.. mais longe vc fica daquilo que amo.
maior fica sua boca. with no fucking meaningfull words... (without myself.)
procuro manter minhas palavras dentro de minha cabeça.(aqui).
.. fora de mim...
no momento nao admito que ninguem me machuque. (but myself.)

(° °).
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certos organismos nascem para se tornar presa das drogas. exigem um corretivo sem o qual nao conseguem entrar em contato com o exterior. flutuam. vegetam a meia luz. o mundo permanece um fantasma ate que uma substancia lhe de corpo.
acontece desses infelizes viverem sem encontrar jamais remedio algum. acontece tambem de encontrarem um remedio que os mata. Jean Cocteau - Opio/1930
Cintia

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